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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Finalmente em Londres!

A viagem teve alguns contratempos mas tudo foi ultrapassado e hoje cá estou, finalmente com internet, finalmente num pequeno espaço com alguma privacidade... afinal é um começo e um começo é sempre dificil, tal como um fim...

Ainda não tive oportunidade de conhecer muito de Londres, andei agitadamente à procura de um espaço para viver e por agora o que encontrei e que posso pagar foi um quarto, mas é em casa de amigos por isso sinto-me quase como se estivesse em casa, entretanto com calma irei procurando algo melhor numa zona melhor (esta não me agrada nem um pouco).

Londres é de facto enorme, muita gente por todo o lado, quando pensamos estar sós aparece sempre mais alguém. É uma bonita cidade onde terei alguma dificuldade em não me perder já que não tem um traçado ortogonal como ao que estou habituada, mas felizmente nós, humanos, adaptamo-nos a tudo, tudo é uma questão de sobrevivencia.
Muitas culturas misturam-se, o governo procura agir de forma rigida por isso mesmo, há uma pluralidade racial como nunca encontrei noutras cidades por onde já passei. Não é fácil defenderem-se da anarquia senão com o rigor e exagero tipico dos Ingleses, agora entendo-os...

Estive a preencher os papeis para me registar num centro de saude e achei interessante fazerem questão de perguntar a raça, será por questões raciais ou meramente práticas e funcionais? Quero acreditar na segunda hipotese.
Sinto que esta avetura vai ser muito dificil mas vai durar a vida inteira... quero acreditar que sim!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Gente frustrada... só pode!

Porque raio as pessoas não sorriem, não agradecem, não apreciam, não felicitam...
Porque será que gostam tanto de olhar negativamente e especular, de criticar simplesmente porque sim, de desvalorizar, de anular, de apenas ver o que não se fez ou se fez mal?

Tá difícil de estar com pessoas assim, só encontro uma explicação: frustração!

Mas eu não tenho nada a ver com isso... mas não faz mal... ainda vão sentir muito a minha falta... afinal... em breve tudo muda!